CATARINA SZYMON – ESTIGMATIZADA POLACA flower08.jpg

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Mensagens e votos importantes

para o mundo inteiro

ESTENOGRAMA PARA O FILME

„MESTRE E CATALINA”   

ENCÔNTRO EXTRAORDINÁRIO   

 

Livro sobre a Catarina Szymon   

Certificados médicos

de curacao maravilhosa 

Testemunhas dos tutores 

 

ESTENOGRAMA PARA O FILME „MESTRE E CATALINA” 

St1

 „Se alguem quiser vir após Mim, renuncie a si mesmo, tome a sua Cruz e siga-Me”.

St2

 MESTRE E CATARINA

St3

 O homem contemporâneo que vive numa época de rápidas transformaçoes da civilizaçao frequentemente nao é capaz de percepcionar a perspectiva da eternidade, imerso nos problemas quotidianos vive estes sessenta ou setenta anos, mais ou menos, e sómente no leito de morte, enfrentando a sua morte, se questiona com inquietude no  coraçao: o que acontecerá com ele? Existirá  Deus e o Juizo final?

St4

 A morte duma pessoa próxima, a mulher, o marido, a filha, o filho, o irmao ou a irma, deixa nos nossos coraçoes tristeza e pena.

St5

 A Santíssima Virgem Maria sentiu-o mais do que qualquer outra pessoa, quando o corpo do seu Filho amado e de Deus, Jesus Cristo foi retirado da Santa Cruz, a imagem do seu Santíssimo Rosto coberto com  sangue, as suas maos, pés e dorso trespassados, atravessou como uma  espada o seu Imaculado Coraçao.

St6

A Paixao do Jesus Cristo está descrita detalhadamente nos quarto Evangelhos, escritos há quase dois mil anos, que nao sao aceites por todos com fé e amor. Muitos, como  Tomás, incrédulo partilham o princípio  "se nao vir nao creio". Tentemos ver os sofrimentos de Jesus Cristo com os olhos de Tomás incrédulo de hoje para quem um mundo de computadores, vídeos e programas de televisao de satélite e outras invençoes da segunda metade do século XX constitui frequentemente a única realidade conhecida As mensagens evangélicas sobre a Paixao e da Ressurreiçao de Jesus Cristo permanecem para ele como contos e lendas por provar. 

St7

 Turim, cidade da empresa Fiat e sede do famoso clube de futebol Juventus, porém nao somente.

St8

Numa das capelas da Catedral de Sao Joao Batista está guardada uma relíquia reconhecida no mundo inteiro como o Sudário de Turim. É uma peça de linho na qual se fixou uma imagem extraordinária - de um corpo morto de um homem crucificado Talvez nao fosse extraordinário, se este homem, como resulta das investigaçoes científicas aos quais foi submetido o Sudário, nao tivesse sido anteriormente cruelmente flagelado, e se antes da sua crucificaçao nao lhe fosse posta uma coroa de espinhos. Nao encontramos nenhum caso semelhante de um tal castigo e de um tal gozo de um rei autoproclamado em nenhum relato histórico de crucificaçao, em nenhum para além dos Evangelhos. 

St9

As investigaçoes provaram também o que o homem representado pelo Sudário tinha depois da sua morte na zona lateral esquerda uma ferida trespassada, mas que as suas pernas nao foram partidas. 

St10

 A imagem fixada sobre o Sudário mostra sem dúvida alguma que o corpo foi separado do tecido de uma maneira extraordinária. Ao desaparecer sob o linho nao apagou de forma alguma os vestígios, nao arrancou nenhum coágulo de sangue, deixando os seus vestígios e os contornos das feridas muito bem perceptíveis. O Sudário de Turim foi fotografado pela primeira vez em 1898 por Secondo Pia, advogado de Turim. Podemos imaginar a sua surpresa  quando sobre o negativo de vidro surgiu um nítido positivo da fotografia da imagem do Sudário. Só depois de acalmar se  apercebeu de que era o primeiro homem que viu o corpo de Jesus Cristo tal como foi posto na mortalha há 2000 anos.

St11

 „Se alguem quiser vir após Mim, renuncie a si mesmo, tome a sua Cruz e siga-Me”.

St12

O Rosto do Jesus Cristo é um rosto que expressa a majestade da morte – a sua calma é - nos estranha. Nao se observa nela nem desespero nem medo. Quando o Santo Padre Joao Paulo II chegou ao Santuario de Turim disse: „Nós todos aqui presentes podemos corroborar o que disse Sao Paulo sobre Jesus Cristo: „ Cristo amou-me e entregou-se a Si mesmo por mim” É está a mensagem do Santo Sudário. Se admitirmos e aceitarmos as argumentaçoes de tantos cientistas afirmamos que, 

St13

o Sudário é o testemunho da Páscoa, e que é o testemunho da Paixao, da Morte e da Ressurreiçao do Jesus Cristo. É um testemunho mudo porém muito expressivo. O Sudário nao é o único testemunho da Paixao do nosso Redentor. Deus, na sua Misericórdia incrível e infinita deixou mais testemunhos deste tipo nos caminhos da peregrinaçao humana, e aqui falamos dos testemunhos vivos.  

St14

Viveram em épocas diferentes e testemunhavam a verdade da Paixao do Jesus Cristo com os seus estigmas, as feridas que marcavam nas suas maos, nos seus pés e os seus dorsos, as mesmas feridas que as sofridas pelo seu Mestre. 

St15

Um dos primeiros, se nao mesmo o primeiro foi Sao Francisco Serafita. Para os seus contemporâneos era o testemunho vivo de pobreza e da bondade. Hoje, mais de 760 anos passados da sua morte, os cristaos do mundo inteiro peregrinam ao seu sepulcro. 

St16

Quase 600 anos após  Sao Francisco nasceu Ana Catarina Emmerich mais tarde Serva de Deus. Que recebeu de Deus a enorme graça de visoes místicas. 

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Nas suas numerosas visoes podia ver coisas que nao se revelam aos simples mortais. 

St18

As visoes foram registadas ainda durante a vida da Serva de Deus e por isto nao foram condenadas ao esquecimento. 

St19

No verao do ano 1812 apareceram sobre o seu corpo estigmas que sangravam abundantemente no lugar da coroa de espinhos, nas maos, nos pés e no dorso. Morreu 12 anos mais tarde, sendo até ao momento de exalar o último suspiro, um símbolo de paciencia e da rendiçao perfeita a Deus. 

St20

 Na noite da quinta para a sexta-feira Santa do ano de 1898 nasceu em Konnersreuth, uma pequena aldeia bávara Therese Neumann.

St21

 Desde menina distinguia -se por uma grande piedade dedicando longos momentos a rezar e contemplando a Paixao do Senhor.

St22

 Quando lhe perguntavam com o que vivia - respondia simplesmente - "Com o Redentor"- tendo em mente a Santa Comunhao que recebia cada dia

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 Parece impossível, mas para Therese Neumann a hóstia foi realmente o único alimento. Desde o ano de 1927 até a sua morte, isto é durante quase 35 anos nao comia nem bebia nada.

St24

 Este facto foi confirmado pelos resultados das observaçoes dos médicos especialistas, aos quais foi submetida após a aprovaçao prévia das autoridades da Igreja. Durante a Quaresma de 1926 apareceram os estigmas de Teresa. Therese nao fazia ideia do que eram os estigmas e nao os desejava porque, como afirmou anos mais tarde, lhe pareciam uma audácia pecaminosas

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 Inicialmente, as suas feridas foram tratadas com tratamentos domésticos e quando nao resultaram , foram chamados médicos. O doutor Seidl de Waldsassen examinou Therese e diagnosticou, que o comprimento da ferida no seu dorso era de 33 milímetros, aplicou-lhe pomadas e curativos, porém quanto mais eram tratadas as suas feridas, mais dores ela tinha.s

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 O doutor Zaidl foi surpreendido com este tipo de feridas, que nao produziam estados inflamatórios e nao criavam pus, nao podendo ajudar, renunciou a continuar o seu tratamento.

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 A partir daquele momento Teresa vestiu até ao fim da sua vida vestimentas com mangas cumpridas o que nao evitava que cada vez tivesse mais visitas dos peregrinos, e outros curiosos.

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 Os que podiam presenciar os seus sofrimentos saiam daquele lugar muito comovidos e dirigiam-se a igreja local, para rezar e receber os santos sacramentos.

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 Os sofrimentos de Therese Neumann terminaram para sempre no dia 18 se Setembro de 1962. Partiu para se juntar a Este que era o seu alimento e o seu amor único.

St30

 O estigmatizado mais conhecido do século XX foi sem dúvida o Padre Pio, o capucho do mosteiro de San Giovanni Rotondo em Itália.

St31

 O dia 20 de Setembro de 1918, como o primeiro sacerdote na história da Igreja, recebeu no o seu corpo os estigmas das cinco Feridas do Jesus Cristo. Esta notícia propagou se como relâmpago no mundo inteiro. Milhares de pessoas começaram chegar a San Giovanni Rotondo, procurando ajuda nos seus tormentos de corpo e da alma. Ai participavam na santa missa celebrada pelo Padre Pio. E no seu confessionário, onde ouvia confissoes muitas horas por dia, obtinham a absolviçao dos seus pecados.

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 A fonte do poder espiritual do Padre Pio era a oraçao. Numa das suas cartas escreveu: É verdade que a omnipotencia divina é superior a tudo. Obtem triunfo sobre tudo, porém uma reza submissa e ligada ao sofrimento triunfa até sobre  Deus”.

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 No dia 22 de Setembro de 1968 o Padre Pio celebrou a sua última missa, as feridas dos estigmas mantiveram-se sem cicatrizar durante 50 anos e tres dias começaram gradualmente desaparecer. No dia seguinte, as 2 horas 30 minutos da noite, soletrando „Jesus, Maria”, partiu para a eternidade em busca do  premio celestial.

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 Mais de 100.000 pessoas participaram no seu funeral solene e o seu corpo foi colocado na cripta, sob o altar principal da nova igreja dos capuchos em San Giovanni Rotondo.

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 Sao Francisco

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 Ana Catarina Emmerich

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Teresa Neumann 

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Padre Pio. Sao só algumas das pessoas que o Mestre Divino escolheu, para ostentar as Suas Feridas de salvaçao Durante o 2o milénio depois do nascimento de Jesus Cristo foram mais de cem os estigmatizados na igreja católica 

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 Viveram em épocas e paises diferentes, sendo para os seus contemporâneos testemunhos vivos da Paixao do Filho de Deus Jesus Cristo.

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 Seguramente, ficará no segredo da Misericórdia Divina, o número de filhos e filhas pródigos que depois de terem visto estas pessoas estigmatizadas encontraram o caminho que as levou a casa do Padre.

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 Com certeza identificaremos os seus rostos na objectiva da câmara do realizador do filme que, registou as celebraçoes fúnebres da polaca estigmatizada Catarina Szymon, falecida no dia 24 de Agosto de 1986

ORAÇAO

Meu Jesus, perdao e Misericórdia: Pelos méritos das vossas santas Chagas.

Meu Jesus, perdao e Misericórdia: Pelos méritos das vossas santas Chagas.

Meu Jesus, perdao e Misericórdia: Pelos méritos das vossas santas Chagas.

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 A morte duma pessoa próxima, a mulher, o marido, a filha, o filho, o irmao ou a irma, deixa nos nossos coraçoes tristeza e pena.

St43

 A morte duma pessoa próxima, a mulher, o marido, a filha, o filho, o irmao ou a irma, deixa nos nossos coraçoes tristeza e pena.

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 Antes de cumprir dois anos de idade viu morrer a sua mae que deixou órfaos os seus seis filhos

St45

O seu pai, operário florestal, casou novamente pouco tempo depois Para Catarina a sua segunda mae era somente uma má madrasta, a qual, sem piedade, forçava-a a fazer todos os trabalhos de casa e de quinta. Apesar da infância difícil  Catarina aprendeu a rezar e cada momento livre consagrava a oraçao, rezando sobretudo para a conversao do seu pai, que muitas vezes chegava a casa embriegado e maltratava as suas crianças Com o tempo as suas preces foram ouvidas – o seu pai converteu-se e antes da sua morte  entrou mesmo na IIIa Ordem de Sao Francisco 

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 Catarina Szymon viveu quase toda a sua vida na Silesia, terra marcada pelo duro trabalho dos mineiros que desde tempos remotos extraem dela o carvao.

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 Os que moram e trabalham aqui sao conhecidos pela sua profunda piedade, ilustrada pelo antigo provérbio polaco que diz: „Sem Deus nem passes da soleira”

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Muitos deles ouviam falar de Catarina – mas só alguns a conheciam pessoalmente 

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A Margarida Piksa de Studzienice diz: "Conhecia a Catarina desde a infância. Sempre a via humilde, sempre com o seu rosário e sempre sorridente, e sempre tranquila, dizendo a cada um: nao briguem, sempre procurem a concórdia e sejam sorridentes.  E assim me lembro dela: humilde, pura, sorridente para todos, velhos e jovens ou crianças. Sempre aberta para acolher a todos. 

 

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A Maria Kuszka diz: Era uma mulher muito honesta, muito bondosa. Aprendi muito com ela - muitas recolecçoes transmitiram me menos do que ela. Era um exemplo para nós, nao poupava as suas forças. Todos os dias caminhava sete quilómetros até a igreja, em Pszczyna sem fazer caso do tempo, do transporte, caminhava, caminhava  sempre. 

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 A Cristina Bem diz:

"Desejava entrar no mosteiro e por isso muitas vezes participei nas Missas e nos ofícios do Santíssimo Sacramento. A Catarina chamou a minha atençao, com as suas visitas muito frequentes a igreja, com as sua entrega a rezar, com a sua atitude de expiaçao, sempre de joelhos . Permanecia na igreja quando eu vinha e ficava ai quando eu partia. Fixava o Santíssimo Sacramento frequentemente com o seu rosário na mao"

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 Os filhos e as filhas espirituais de Catarina Szymon reúnem-se perto do seu túmulo no cemitério em Kostuchna, para rezar pedindo a conversao dos pecadores e a Misericórdia Divina para o mundo.

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ORAÇAO

Pai Nosso que estais no céu, santificado seja o vosso nome venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade assim na terra como no céu,  O pao nosso de cada dia nos daí hoje e perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos e nao nos deixeis cair em tentaçao, mas livrai-nos do mal. Ámen. 

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Karol Kolba, advogado de Bielsko-Biała, diz:

"Catarina foi uma verdadeira mensageira, emissária enviada pelo Ceu ao nosso tempo, no qual estamos a viver. Dotada do carisma de sofrimento e da oraçao, sabia atrair a si as pessoas, apesar de nao o ter desejado.  Creio que tinha um íman especial, íman de amor e submissao que atraia todos a ela, todos os que sabiam ler os devidos sinais do tempo. A verdadeira mensagem da nossa irma Catarina foi a oraçao do terço. Pois a pessoa que praticamente nem sabia ler nem escrever, sabia conquistar com o rosário as almas que se apegavam a ela. Aqui devemos lembrar as palavras do Evangelho de Sao Lucás - quando  Jesus Cristo falava a cada um dos presentes: Aos alfandegários. "Nao cobrem mais do que devem cobrar". Aos soldados: "Nao oprimam e contentem-se com o seu soldo”. e a Catarina transmitia-nos  palavras muito semelhantes " contenta-te com o que tens” nao desejes os bens materiais de forma que matem a tua alma". A Catarina Szymon é uma figura do género de Sao Joao Batista, uma voz a entoar na floresta. Lamento termo-nos despedido da irma Catarininha, mas acho que a tarefa que agora tentamos realizar divulgando as suas ideias, palavras e comportamentos. permite-nos atrair muitas outras pessoas, que se encontram longe de Deus, longe das verdadeiras ideias e actos cristaos. 

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Frydek. Perto daquela localidade situa-se uma cova - onde há 500 anos desapareceu uma aldeia junto com a sua igreja 

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 Neste lugar, no dia 24 de Agosto de 1954 apareceu a Catarina a Santíssima Virgem, como a Rainha do Universo. das ordens dadas pela Mae do Deus foi a realizaçao da sua estatua, com a forma e o aspecto sob os quais ai apareceu.

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 Para cumprir esta ordem acudiu a Catarina o hoje já falecido, Karol Wojtala, que a contactou com o Franciszek Masoż, um escultor de Rybnik

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 Ja nao me lembro se isto ocorreu em Agosto ou numa outra altura de verao. Chegou o Senhor Wojtala com a Catarina Szymon. Chegaram para perguntar-me se realizaria a escultura da Mae do Deus. Na altura nao sabia a qual se referia e perguntei: Como é que deve ser a escultura da Mae de Deus ? existem várias esculturas de Mae do Deus. O Senhor Wojtala respondeu que devemos esculpir a figura, que apareceu a Catarina. Tomei papel e lápis e comecei a desenhar a figura, seguindo as indicaçoes da Catarina  

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 A Catarina chegou com o Sehnor Wojtala quando a figura estava no estado bruto. Devia fazer algumas correçoes, remodelando o rosto e revirando o vestido.

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A escultura da Santíssima Virgem - Rainha do Universo, ficou durante muitos anos na pequena casa de Karol Wojtala em Frydek 

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O proprietário, muito acolhedor, abria a porta a toda a gente que perante ela queria rezar. A maioria das pessoas chegava ai para vigílias nocturnas, nas quais participava frequentemente  Catarina  

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 Hoje, a escultura da Santíssima Virgem - Rainha do Universo encontra-se definitivamente, no altar-principal da nova igreja em Frydek, a qual requereu a Santíssima Virgem Maria na sua apariçao na cova

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 Catarina Szymon nao tinha casa própria. Encontrava tecto nas casas da gente bondosa e bem-querente. O mais tempo passou em Pszczyna, onde viveu desde o ano 1946. Os últimos anos da sua vida passou-os na casa da Senhora Marta Godziek em Katowice - Kostuchna 

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 Catarina vivia aqui, nesta casa, permanentemente desde o ano 1981. Muitas pessoas vinham aqui: médicos, sacerdotes, professores, vários clérigos e freiras. Vinham a esta casa. Ela oferecia lhes todo  o auxilio e dava conselhos como deviam viver, como sofrer.

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 Este é o quarto onde a Catarina viveu até a sua morte, os seus pertences permanecem como durante a sua vida, também o leito continua no seu lugar.

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 A Catarina Szymon deixou poucas fotografias suas - a maioria das quais foi tirada por Edward Ożóg de Bielsko-Biała.

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 Tirei bastantes fotografias, amadoras naturalmente. Pedia lhe sempre licença – pedindo a sua permissao porque nao gostava ser fotografada, nao gostava da publicidade. Dizia sempre que era humilde, nao precisava de publicidade - e que poderiamos mostrar estas fotografias só depois da sua morte - se o desejarmos, sublinhando que ela nao o desejava. Sempre sublinhava que era humilde, que é igual a toda gente, que sofrendo aceitava os grandes sofrimentos por nós todos e que sofria por todas as infâmias existentes neste mundo. Eu preferia visita-la nos dias em que nao havia peregrinos - normalmente a sexta-feira – e quando os seus sofrimentos eram maiores. Foi doloroso observar todas aquelas feridas - quando sangravam e se revelava a coroa de espinhos Podia-se observar as gotas de sangue a surgir na pele e, o que era ainda pior, os maiores sofrimentos eram causados pelas  lágrimas de sangue. Parecia que os seus olhos suavam sangue. O sangue corria pela sua face, até ao queixo. O sangue era bem visível. Quando uma vez lhe tirei uma fotografia e um dos sacerdotes -  nao direi quem - nao importa o nome -   ia viajar para Roma – queria leva-las para apresenta-las ao Papa. Estava a tirar essas fotografias numa sexta-feira de manha – com o seu prévio consentimento. Num dado momento a Catarina me disse: "Nao vou  mostrar- me ao Papa neste estado" - e foi ao quarto de banho para lavar-se, limpar tudo. No regresso, passando pelo corredor - de tres metros de comprimento mais ou menos – o sangue reapareceu na sua face.

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 A casa de Marta Godziek era uma casa aberta para todos os que desejavam encontrar-se com Catarina. Frequentemente vinha aqui a Barbara – estudante de medicina – hoje médica

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 Encontrei a Catarina Szymon pela primeira vez no ano 1982, quando cheguei aqui com o grupo de estudantes do centro pastoral académico, viemos aqui porque tinhamos ouvido sobre este fenómeno extraordinário – os estigmas. Foi uma mulher muito simples porém muito inteligente. Em breves palavras conseguia apontar o âmago da questao. Os estigmas nas suas maos eram os seguintes: eram feridas grandes com aberturas ensanguentadas. Das feridas emanava um aroma. Era o aroma de flores. Durante os seus extases  Jesus Cristo e a Santíssima Virgem falavam através dela, ensinando-nos e sublinhando a dignidade humana. Por exemplo: a nós, estudantes de medicina, falou-nos a Santíssima Virgem dizendo que devemos tratar uma criança ou um homem doente como o próprio Jesus Cristo. Foi muito construtivo para nós. Vínhamos aqui e cantávamos e tocávamos. Catarina era uma mulher alegre e serena. Era cheia de amor por Deus e pelo próximo e isto era para nós uma extraordinária escola de vida.

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 Nos últimos anos da sua vida a Catarina Szymon tinha ao seu dispor um motorista. Foi o Stanisław Płonka, residente em Katowice

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 Com este carro transportava a Catarina Szymon. Conheci a Catarina Szymon no ano 1978. Neste tempo estava muito doente – e fui curado - e decidi por isso transporta-la a igreja e leva-la a todos os lugares maravilhosos

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 Turza – uma aldeia perto de Katowice – onde se situa o famoso santuário da Santíssima Virgem Maria sob a égide da Virgem de Fátima

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 A Catarina e o seu motorista vinham aqui nos dias 13 e 29 de cada mes, para participar com os demais peregrinos nas  vigílias de oraçao nocturnas

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 Durante estas noites de penitencia, o Jesus Cristo presente no Santíssimo Sacramento é levado numa procissao solene.

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 Os peregrinos, segurando as velas acesas seguem-NO que por amor pelo homem se tornou o alimento para a vida eterna.

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 Durante a segunda peregrinaçao do Papa a Polónia, aconteceu na catedral de Katowice um breve encontro de Joao Paulo IIo com Catarina. O Santo Padre levantou-se e foi ter com os doentes sem saber  que Catarina Szymon estava na catedral

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 A Catarina Szymon estava sentada na catedral numa cadeira dobrável, muito baixa. O Papa aproximou se e ajoelhou – se perante ela.  neste momento afastei-me mais ou menos tres metros, porque nao queria escutar a sua conversa. Mais tarde o Papa dirigiu-se aos doentes e quando voltava se aproximou  novamente de Catarina Szymon, ajoelhou-se outra vez e ofereceu lhe um rosário e vários quadrinhos. Conversaram outra vez mas eu nao sei o que diziam porque afastei-me novamente.

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Durante o segundo ano dos meus estudos filosófico - teológicos, quando visitei a Catarina Szymon pela primeira vez, disse-me: „Tu serás sacerdote”. Isto me ajudou tanto nos estudos, nos difíceis estudos como na oraçao e na vida quotidiana. Hoje dou graças a Deus, pois sou sacerdote já há seis anos. É natural que muitos sacerdotes visitassem Catarina Szymon.

O Padre Aleksy Płatek diz:

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 Durante o segundo ano dos meus estudos filosófico - teológicos, quando visitei a Catarina Szymon pela primeira vez, disse-me: „Tu serás sacerdote”. Isto me ajudou tanto nos estudos, nos difíceis estudos como na oraçao e na vida quotidiana. Hoje dou graças a Deus, pois sou sacerdote já há seis anos.

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  Foi uma mulher de grande humildade e submissao. Senti que a sua vocaçao era sofrer e rezar. Muitas vezes dizia: ”Sou uma simplória, eu sou uma simplória”. É verdade, nao sabia ler nem escrever, mas possuía dentro de si esta grande sabedoria. A sabedoria de Deus e do Espirito Santo. Era perceptível a sua uniao com  Deus através da oraçao. Podemos dizer que nunca se separava do seu rosário. Sempre o tinha consigo. Quando vinham visitas - oferecia lhes a Cruz para beijar – como símbolo de amor.

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O padre Marian Więckowski diz:

Conheci a Senhora Catarina Szymon no ano 1979 em Kostuchna. Foi o Senhor Płonka que ma apresentou e a partir daquele momento visitei-a regularmente durante cinco anos. Conversava com ela mas também era testemunha dos extases, de Catarina. 

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 Algumas vezes trazia-lhe a Santa Comunhao e celebrei duas ou tres vezes a Missa– a seu pedido.

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 A Catarina Szymon recebeu os estigmas das cinco Feridas de Jesus Cristo no dia 8 de Março de 1946, na primeira sexta-feira da Quaresma. Inicialmente as feridas eram pequenas e a Catarina podia esconde-las facilmente. Com o passar de anos tornaram-se cada vez maiores e sangravam mais.

Włodzimierz Wojciechowski, médico, diz:

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 Conheci a Catarina Szymon no outono do ano de 1984. Como médico posso pronunciar-me sobre seus estigmas. Devo dizer que pela primeira vez na minha vida vi o fenómeno dos estigmas. Os estigmas tinham a forma de coágulos circulares, achatados, visíveis dos dois lados, no dorso e na palma das maos e nos seus pés, com o diâmetro de mais ou menos 3 centímetros. A pele ao redor destes coágulos apresentava fendas e saliencias. Do que me foi contado os estigmas foram examinados de várias maneiras. Por exemplo removendo os coágulos e por baixo aparecia a superfície característica de cicatrizes recentes. Uma vez presenciei o sangrar destes estigmas. Foi o seguinte, no contorno destes coágulos surgia uma borda de sangue e soro, surgindo de forma raiada por baixo dos coágulos. Nestes momentos senti o aroma de violetas ou rosas e

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 Os sofrimentos da Catarina intensificavam-se sempre durante a Quaresma, quando sofria de maneira particular com o seu Mestre.

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Durante a Semana Santa caiu tres vezes. Como Jesus Cristo. As suas feridas se abriam muito. A sua face, pálida, transmitia um sofrimento imenso. O sangue saia do lugar onde Jesus Cristo levava a sua coroa de espinhos. Saia dos poros da pele. Mais tarde chegava a agonia. Prefiro nao descreve-la, nao consigo por causa da dor que senti. Nunca esquecerei esse momento, o que se passou e como se passou. Demorava muito tempo. Este suor de sangue, como se as suas pupilas se rompessem, quando as lágrimas surgiam. Neste estado permanecia cerca de  20 minutos - ficando alheada  deste mundo. Receava que nao recuperasse os sentidos . 

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 A Catarina Szymon suportava os sofrimentos físicos, sem queixa, e sempre com o perdao no seu coraçao aceitava muitas opinioes falsas, e injúrias.

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O que era o mais doloroso era o que os perseguidores de Catarina. Diziam que foi ela própria que se feria com unhas. Fui testemunha durante seis anos em que a observei e via que as feridas eram verdadeiras. Todas as quartas e sextas-feiras sangrava espontaneamente o sangue surgia das suas feridas, do lado, da cabeça, dos olhos e dos pés. 

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 A Catarina teve experiencias místicas extraordinárias. Quando nao tinha forças para ir a igreja - recebia a Santa Comuniao directamente do Céu.

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Este milagre repetia-se muitas vezes na presença de muitas testemunhas.  

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Foi um momento muito alegre quando Jesus Cristo descia até Catarina sob a forma duma Hóstia branca. Isto é inédito. Mas lembro-me sobretudo este aroma maravilhoso - mais do que o perfumes, lírios ou rosas. Quando Jesus Cristo descia até a boca de Catarina, todos se ajoelhavam com alegria, porque viam o Senhor ir vivo ter com Catarina. Jesus Cristo permanecia muito tempo sobre a sua língua, da Catarina, para todos verem. Nao vimos ninguém colocar a Hóstia. A mesma descia do ar até a língua de Catarina. Mais tarde a Catarina disse-nos que  Jesus Cristo a tinha trazido, que vinha descalço, numas vestes brancas, compridas. Nenhum pedaço do seu corpo se encontrava sao, o seu corpo ostentava como que pequenas feridas de faca Tinha ferimentos maiores ou menores sobre todo o seu corpo – como maiores ou menores sao os pecados humanos. Foi Jesus Cristo que lhe ofereceu o Seu Corpo. Foram os momentos mais felizes na minha vida. 

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Um dos últimos sacerdotes que conheceu a Catarina, alguns meses antes da sua morte, foi o Padre Jan Czekaj.  

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 A Catarina Szymon, quando a vi, ja estava num estado muito debilitado. Estava muito doente, mas nao se queixava. Dizia somente: „é o tempo de partir, devo preparar-me para o meu último caminho”. Mas nao tinha medo, estava segura do que, quando terminar o seu caminho neste mundo receberia o que merecia, em que acreditava e de quem confiava.

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 A Catarina Szymon faleceu no dia 24 de Agosto de 1986. No momento da sua morte os estigmas que ostentara por mais de 40 anos começaram a cicatrizar de forma maravilhosa, confirmando assim o seu carácter sobrenatural.

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Se fossem falsos -  picados com agulhas, ou com uma faca - teriam permanecido também depois da sua morte. Neste caso, vi-a duas horas depois da sua morte e quatro dias depois - as feridas estavam a cicatrizar Parecia que os coágulos se sublimassem, evaporassem. A pele voltou a ser macia e no momento do enterro de Catarina eram visíveis somente  vestígios destes coágulos. 

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Quando tinha chegado, no dia 28 de Agosto para participar no seu enterro, as feridas nas suas maos tinham desaparecido e o seu corpo nao tinha endurecido apesar de ter sido o quinto dia da morte. Nao emanava nenhum odor estranho. Pelo contrário, o seu odor era característico de um corpo vivo e sao. 

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A Catarina Szymon ficou na minha memória e ficará para sempre. Devo-lhe muito e devem-lhe muito os que a visitavam comigo. Para nós era um exemplo vivo. Ensinou-nos a rezar, ensinou-nos a ter paciencia, a submissao e a confiança. Durante a sua vida repetia que somente a oraçao, a submissao e a confiança sao capazes de mudar o homem e o mundo. Era o que pedia. Sempre manifestava a bondade, o amor e a misericordia de Deus Omnipotente para todos e para cada um. 

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No dia 16 de Novembro de 1985, no dia da Virgem da Misericórdia e, provavelmente só devido a ela, foi gravado com uma câmara video, um documento extraordinário e único, o extase da Catarina Szymon. 

St99

 „Oh! Jesus, oh Jesus, ves -  oh bom Jesus. Estás muito torturado pelo povo dos pecadores. Crucificaram-te, Jesus, e te cravaram na Cruz, meu Jesus. Jesus, ama todos os teus filhos. Oh Jesus, ama os que te abandonaram e aceita-os.” „Jesus, nao chores, meu Jesus, dá-me as tuas lágrimas, nao chores, Jesus. Irao todos estes filhos para o Céu? Oh! Jesus, e os que te estao a crucificar? Todo o mundo te está a crucificar, oh meu Jesus Oh Jesus, tem piedade dos teus filhos. Guarda-os e leva-os para o Céu. Também os bebados inveterados E os que cometeram pecados de impureza. E estes casamentos destruídos e os filhos por nascer. Oh Jesus, aceita-os no Céu e perdoa-lhes tudo, oh Jesus,  protege-os,  Jesus.”

St100

„Minha Filha”

„Se desejam ir para o Céu – muita expiaçao, muita dádiva. Entao perdoarei. Nao a todos porque há muitos pecadores, muitas crianças inocentes mortas.”  

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„Eu amo-te, Jesus. Nao me abandonarás, oh Jesus, nao deixarás os filhos que aqui tinham chegado. Protege-os”. 

St102

„Filha minha, aceitá-los-ei, nao perecerao. Devem fazer expiaçao. Abrir-lhes-ei o Céu. Precisam de rezar muito o terço. Precisam de fazer expiaçao, dádivas Contemplai a Minha Paixao. Compreendestes tudo?  Quem nao me ama e nao se entrega a mim - nao tem a vida em si ! Quem me ama – permanecerá sempre comigo. E Eu vos entregarei ao Meu Pai e nao tereis vergonha do Meu Pai. 

St103

CANTO: Como a flor da rosa entre os espinhos agudos, como signo de Deus ao mundo pecador, vivia connosco nesta terra uma menina pobre, simples, iletrada. Deus escolheu-a e deu-lhe a sua Cruz que ela levou até ao fim da sua vida. O Mestre Jesus Cristo sempre foi a fonte da sua perseverança e a ele, ela ofereceu os seus sofrimentos. Os olhos que choravam com lágrimas de sangue, dorso, pés e maos trespassados sao os estigmas de Jesus Cristo, sao selos do Evangelho”. Para os incrédulos como Tomás, para pessoas de pouca fé, para reforçá-los, para que nao reneguem  Deus! Para seguirem Jesus Cristo e quererem servi-Lo, aproveitando todos os seus talentos para a glória de Deus. 

St104

  Apesar de já ter partido para lá, onde o Senhor preparou o lugar para os seus servos, ficarao nos nossos coraçoes as feridas divinas e o nome da estigmatizada, Catarina”.

St105

 De acordo com os dados estatísticos, em cada segundo, morrem quase duas pessoas, em cada minuto cem  e em cada hora tempo que estamos a ver este filme, morrem na terra mais de seis mil pessoas.

St106

 Perante a morte, independentemente de serem crentes ou ateus, se respeitavam os seus mandamento ou foram ateus ou crentes nao praticantes, todos sao iguais.Todo se apresentarao no Juízo Final, perante  Jesus Cristo. A felicidade eterna no Céu, os sofrimentos purificadores no Purgatório, ou a condenaçao eterna no inferno sao para eles uma realidade e o presente.

St107

  Também nós, peregrinos na nossa caminhada nesta terra, compareceremos inevitavelmente perante o Justo Juiz, que nos absolverá de cada nosso acto, cada palavra, cada pensamento e cada desleixo. A morte é sómente uma passagem entre a vida terrestre e a eternidade. Noutro lado desta passagem espera-nos já o Mestre Divino –  Jesus Cristo, esperando a cada um de nós.

St108

 „Vinde a Mim, todos os que andais cansados e oprimidos, e Eu vos aliviarei, Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de Mim, que sou manso e humilde de coraçao, e encontrareis descanso para as vossas almas Porque o meu jugo é suave e a minha carga é leve.  

St109

Este filme foi filmado nos anos 1985 – 1989. Os seus autores sao: Barbara, Nina, Roma, Ewa, Joanna, Andrzej, Benedykt, Edward, Jerzy, Zbigniew, Fabian e muitos outros. Todos eles sao apenas: ”Humildes Servidores”, guiados delicada mas visivelmente pela Santíssima Maria – Mae da Misericórdia Divi.

 

Distribuição de livros e filmes (versão em Português):

P.P.H. „Arka” Wrocław - Poland

www.ppharka.hg.pl ; email: ppharka@wp.pl

tel.  0-71-339-86-80,  0-71-339-81-18

 

Desenvolver filme:

Studio Art-Video Gdynia – Poland

www.sartv.com.pl ; tel. 601-65-21-15 

 

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